António pede um aumento de ordenado ao chefe

Homem de negócios

O António vai até ao gabinete do chefe e diz: “Desculpe-me, chefe, posso falar com o senhor?”. O Norberto logo diz: “Claro, António, entre e sente-se. O que posso fazer por o senhor?”. O homem responde: “Bem, chefe, como o senhor sabe, eu tenho sido um empregado exemplar desta prestigiada empresa há mais de dez anos. Eu, vou ser franco e direto ao ponto. Chefe, eu gostaria de um aumento. Eu tenho atualmente duas companhias atrás de mim e então, por respeito, eu decidi falar com o senhor primeiro”. O chefe questiona: “Um aumento? Gostaria muito de lhe dar um aumento, mas este não é um bom momento”. O António continua: “Eu entendo a sua posição, e eu sei que a recessão económica tem tido um impacto negativo sobre as vendas, mas o senhor também deve levar em consideração o meu trabalho duro, pro-atividade e lealdade com esta empresa por mais de uma década”. O Norberto pensa um pouco, faz uns ruídos com a boca, abana a cabeça e diz: “Tem razão, levando em conta esses fatores, e considerando que eu não quero perder funcionários, eu estou disposto a oferecer-lhe um aumento de dez por cento e cinco dias extras nas suas férias. O que acha disso?”. O funcionário dá um sorriso e diz: “Está ótimo! Eu aceito! Obrigado, chefe!”. Quando o António já ia a sair do gabinete, o Norberto pergunta: “Antes de ir, só por curiosidade, quais companhias que estavam atrás do senhor?”. Responde o funcionário: “Ah, a companhia da luz e a companhia da água!”.

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